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| Coluna um, Daniel Teixeira, Coluna de Arlete Piedade, O dia do pão de Deus, Uma Esperança, Barack Obama, Alexandra Figueiredo, Nacionalizar a Desgraça, BPN, Carlos Carito, Apresentação da Pessoa, Daniel Teixeira, Sobre Reinaldo Ferreira, Jorge Valentim, Reinaldo Ferreira, Arlete Piedade, O jornalismo online é a imprensa do futuro, Redacção, Procura e encontrarás, Jorge Vicente, A obesidade na idade adulta, Fernanda Serrão, Jorge Valentim, A Guerra no Congo, Redacção, Ela e Eu, Michel C. - Contacto do Jornal (email), Grupo do Jornal, Entrar para o Grupo, Fazer Comentários. | ||
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POR RAZÕES TÉCNICAS QUE NOS ULTRAPASSAM, E MUITO, FOMOS FORÇADOS A TRANSFERIR O NUMERO SEGUINTE DO JORNAL PARA O SEGUINTE ENDEREÇO. (Carregar) COLUNA UM Este exemplar "piloto" do nosso jornal é antes de mais uma forma de tentar mostrar que existe capacidade técnica para se fazer um jornal online, mesmo que por esta página se não entenda tudo isso. Não vamos estender-nos muito nesta apresentação: vamos apenas dizer que o trabalho gráfico, ao não ser aquele que se esperaria num jornal, tem apenas por intenção mostrar e procura ser apelativo. Nada garante que o próximo exemplar, que não seja experimental, tenha esta configuração imagética.
A COLUNA DE ARLETE PIEDADE
O Dia do Pão por Deus
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UMA ESPERANÇA?
A eleição do Senador Barack Obama para a Presidência dos E. U. A. fez nascer - tal como a sua ascensão nas sondagens o tinha feito já há bastante tempo - esperanças nunca antes demonstradas em relação a nenhum outro candidato à Presidência dos Estados Unidos, depois eleito ou não. Em certo sentido foram as pessoas, na sua generalidade, contagiadas pelo facto de Barack ser de raça negra e mesmo fazendo sempre referências ao seu próprio anti - racismo, ele esteve sempre presente nos seus pensamentos. Porque há racismo quando se considera o factor raça, independentemente da forma como se encara a mesma: com tolerância ou com rejeição mais ou menos pronunciada. Uma aldeia do Quénia (onde eram todos por Obama sem mais) foi vedeta nesta longa noite americana, o facto de os 50 Estados Unidos serem de população branca, negra, latina, chinesa, japonesa, coreana, eu sei lá (!) e dos bairros da periferia serem ou não maioritariamente "brancos" ou "negros" esteve sempre presente e, em certo sentido, o voto da população afro - americana (e mesmo aquela de origens não tipicamente americanas - como se tal existisse) estiveram condicionadas em termos de show televisivo e noticioso por este facto: Barack é negro, logo os negros votam nele, os latinos também, etc. Logo o branco vota no branco o que para mim é extraordinário como processo de pensamento. A esperança que nasceu, nesta noite longa, não deverá ser, a meu ver, saber aquilo que Barack vai fazer ou não em termos do seu exercício presidencial. Vai mudar alguma coisa, concerteza: raramente se ganham eleições copiando programas e exercícios já existentes, mas...a grande esperança, para mim, é que nas próximas eleições nos EUA, esta triste noite não seja repetida neste plano.
Foi esta a sombra negra que mais ensombrou a minha esperança.
Alexandra Figueiredo
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bravenet.com